Bola no Ar

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quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

Tudo por uma sala


Seguindo a linha inspiração, mais uma para vocês. Apreciem com moderação.

Uma sala pode ser alegre ou triste a depender de quem a usa

 


A Sala

Fernando Murta

Uma sala nada mais é que um espaço tridimensional, cercado por todos os  lados,
Ela abriga quem trabalha, quem come, quem estuda, quem dança, quem luta, quem conspira...
O lugar geralmente tem porta e janela,
E a depender de quem está dentro dela, pode ser geradora de muita querela.

Os bons produzem no espaço,
Transformam e dão vida a cada pedaço,
Os maus buscam motivo para um lamento,
Um mote para aflorar seus toques, uma razão para ser intempestivo.

Há aqueles que sofrem pelo pequeno espaço,
Lutam tanto que chegam a perder o compasso,
Buscam metros quadrados como se fossem a maior viagem pelo espaço,
Adoecem quando sentem que perderam o passo.

A sala de angústia vira tortura para sociopatas,
É elemento que destrói a paz,
Deixa o ser incapaz,
E o faz, cada vez mais, escravo da vaidade que lhe satisfaz.

Homens pobres de fé,
Sejam maiores do que pedras, tijolos, lâmpadas, birôs e cadeiras,
Sejam fortes como são as madeiras,
Saibam que não vale a pena sofrer a vida inteira.

Momento cultural

Uma carta pode elevar ou rebaixar



Divido com vocês uma criação de um momento de inspiração. Confiram abaixo.



A Carta

Fernando Murta

O que seria uma carta?
Um documento? Um esclarecimento? Um oferecimento?
Seguramente é algo que dura mais que um simples momento,
É um espaço onde se despeja muito sentimento.

Ela tem muitas funções,
Pode informar, animar, alegrar, passar algo bom ou mau,
Nem precisa ser um jornal,
Basta ter algo anormal para aflorar o instinto animal.

Assim foi com uma missiva,
Disparada  de forma incisiva,
Com palavras fortes e destemperadas,
Ao melhor estilo da autora completamente perturbada.

As letras feriram de morte toda uma família,
A notícia rodou por vários estados como carrapeta,
Lágrimas rolaram e ressentimentos ficaram,
Tudo por conta de um “bilhete” azedo como o pensamento do capeta.

A flecha do mal usou um órgão público federal para atingir o objetivo fatal,
Reais foram usados para disseminar a discórdia,
Para alguns foi motivo de chacota,
Para outros foi como assistir a um filme do passado,
Tudo muito duro e complicado.

Para felicidade geral da nação,
Após inúmeras trocas de pensamentos,
Chegou-se a um veredicto,
Ficará o dito pelo não dito,
Muitos sequer se deram ao trabalho de abrir o envelope,
Não valia a pena se envenenar com aquele xarope,
O melhor foi esquecer e deixar a autora sem ibope.


Homenagem a comunicadores movimenta Maceió

 
Prêmio Odete Pacheco valoriza o comunicador brasileiro

Parabéns aos agraciados no 17º Prêmio Radialista Odete Pacheco, que teve como grande homenageado o jornalista, Márcio Canuto! A solenidade aconteceu, nessa quarta, 11, no auditório da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas. Confira abaixo o nome dos premiados.

1. Gilvan Nunes – Rádio e TV Gazeta
2. Fabio Salvador – Paulo Afonso (Bahia)
3. Monica Nunes – Arapiraca
4. Juan Maurer (Rádio Educativa FM) – Programa de Jazz
5. José Rocha – Rádio Novo Nordeste de Arapiraca
6. Jean Custódio – Mossoró – RN
7. Mano Brow – Locutor de atacadistas
8. Neris de Brito (Repórter Itinerante)
9. Liara Nogueira (Passo do Camaragibe)
10. Hélio Fialho - Pão de Açúcar, Troféu Casal Meio Ambiente
11. Luciano Amorim – Teotônio Vilela (Rádio Novo Nordeste) Arapiraca
12. Zé da Caatinga (Mata Grande)
13. Pedrão (Radialista e Cordelista) Santa Luzia do Norte
14. Humberto Maia (Pajucara FM); Programa de Cultura Popular
15. Edvaldo Alves – Radia Difusora AM – Historia do Rádio Alagoano
16. Silvestre Rizzatto - São Paulo
17. Agapito Santana – Coruripe
18. Lenilson Pinheiro – Piaçabuçu
19. Robson Lima – Pilar/AL

quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

Azulão das Matas

A cidade de Viçosa, na Zona da Mata de Alagoas, distante 95 km de Maceió, poderá ser mesmo a nova casa do CSA. O Presidente Rafael Tenório já se prepara para conversar com o Prefeito, Davi Brandão, para acertar a ida do Centro Sportivo para lá. Seria uma parceria entre o clube e a Cidade, enquanto o CSA edifica um novo Centro de Treinamento. A agremiação terá que desocupar o Mutange por conta do perigo de afundamento do solo.


Estádio Teotônio Vilela poderá ser a nova casa do CSA


O assunto, agora exposto pelo Blog, está sendo tratado a sete-chaves. Não se sabe ainda se o CSA apenas treinaria no Teotônio Vilela ou se também mandaria jogos de menor porte na Princesa das matas. Verdade é que, em se tornando realidade, a parceria daria casa ao time da Capital e Viçosa ganharia uma grande divulgação por conta da presença da entidade de prática esportiva na Cidade. Outra coisa. Uma pousada já está sendo procurada para que sirva de concentração para os atletas. Sendo assim, pelo menos temporariamente, o CSA deixaria de ser conhecido como o "Azulão do Mutange" e passaria ser o "Azulão das Matas".