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terça-feira, 3 de outubro de 2017

Na hora errada

Uma das marcas de um povo é a maneira como faz as coisas do dia a dia. Os mais civilizados utilizam os recursos de forma que o todo seja beneficiado. Os atrasados olham apenas para o próprio umbigo, sendo a tarefa o  mais importante, não se preocupando se outras pessoas serão prejudicadas, desde que a atividade seja realizada.


Caminhão do lixo parado em rua da Mangabeiras atrapalhando o trânsito


Em Maceió é assim. Cada um faz sua parte sem se preocupar se o cumprimento do dever vai gerar transtornos para as outras pessoas. O recolhimento do lixo é um bom exemplo. Ruas estreitas, hora do rush, cidadãos que precisam chegar ao local de trabalho e lá está ele, o caminhão do lixo parado no leito da rua, recolhendo os dejetos, claro, mas prejudicando os demais.

E o que fazer? Simples. Basta copiar o que é feito nos países desenvolvidos, onde a atividade é realizada durante a madrugada. Se é executado lá, porque não pode ser igualmente feito aqui? A resposta é simples: mentalidade. Não pensamos grande, queremos nos livrar da tarefa incumbida a nós e o resto não importa. O que ninguém enxerga é que dentro deste círculo vicioso, o prejudicador de agora será o prejudicado de amanhã. Todos perdem com métodos antigos e que já não mais respondem aos anseios de uma sociedade moderna. É preciso entendermos esta problemática para que avancemos. Do contrário, teremos apenas gerações que repetirão o modelo falido do passado. Tenho dito.