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sexta-feira, 1 de julho de 2016

Eurocopa alavanca audiência da Band

A TV Globo se rendeu à Eurocopa. Neste sábado exibe, às 16h, Alemanha x Itália, partida válida pelas quartas de final da competição. Claro que os jogos assumem uma importância maior pelo afunilamento do campeonato, mas não se pode deixar de levar em consideração a boa audiência que a Bandeirantes alcançou com a transmissão de todas as partidas até o momento. Para se ter uma ideia, a Band tem ficado em segundo lugar durante os jogos, batendo com certa facilidade o SBT e a Record. Na tarde dessa quinta, 30, no jogo entre Polônia x Portugal, atingiu excelentes 12,6 pontos de pico. 


Eurocopa: marca de sucesso


A Euro é uma competição consolidade, reúne a nata do futebol mundial e é garantia de grande audiência. A pergunta que se faz, agora, é: com a Globo na parada, a Band vai perder a torcida? Vamos aguardar os novos números serem revelados.

sexta-feira, 24 de junho de 2016

A manchete que causou furor

Uma manchete criativa, inteligente e pertinente, veiculada pelo repórter Tiago Omena (CBN-Correio/MCZ) está causando o maior "mimimi" da história do rádio de Alagoas. Tudo porque Omena disse que o CSA seria penalizado por ter colocado um jogador irregular para jogar. Falou a mais pura verdade. Não inventou nada. Foi astuto ao prender a audiência para o noticiário que viria durante o programa.

A "revolta" dos torcedores foi porque todos pensaram que se tratava do time profissional e na realidade o atleta impedido de atuar era da base do CSA. Quando do noticiário o repórter esclareceu o assunto, como cabia na ocasião. Em  momento nenhum foi dita alguma inverdade, apenas houve a criatividade jornalística para transformar um fato banal em algo que aguçou o pensamento do torcedor. Simples assim. Sem motivo para tanto disse me disse, choradeira e lamentação. Às vezes penso que as pessoas perderam o senso do que é realmente importante em nossas vidas e focam em bobagens que apenas roubam o precioso tempo e desperdiçam energias desnecessárias.


Battaglia: reverenciado até hoje pela manchete "Mané Corinthiano"


Fico pensando o que diriam estas mesmas pessoas ao ver Mané Garrincha - ídolo do Botafogo - com a camisa do Corinthians na capa do Jornal da Tarde e a manchete estampando: "Veja Mané Corinthiano". Foi isso mesmo que fez o repórter Vital Battaglia e acabou ganhando um Prêmio Esso. Garrincha estava apenas de passagem por São Paulo, onde iria secretamente conversar com o Corinthians. Nada estava acertado. O repórter foi ao aeroporto, levou uma camisa do Timão, perguntou se Garrincha toparia vestir e fazer uma foto, o atleta concordou e o Jornal da Tarde esgotou a edição rapidamente. Não havia maldade na foto e na manchete. Apenas as palavras diziam o que a foto mostrava. Mané Garrincha com a camisa do Corinthians. Se fosse hoje, provavelmente o jornal seria invadido, incendiado e o jornalista crucificado em praça pública, ao melhor estilo da Roma dos Césares.

Gente, vamos parar com tanta bobagem! Vamos voltar a distinguir o que é relevante do que pode ficar apenas no campo de uma "brincadeirinha". A intolerância está fazendo do Brasil um país rancoroso, sem jogo de cintura, onde tudo tem que ser resolvido na porrada, na briga, na discórdia. Vamos respeitar o espaço de cada um e ponto. Deixa essa conversa de divisão com o pessoal do PT. Ah! Quem não gostou do que leu, coma menos.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Torcedor de Maceió é apresentado à nova regra do futebol

Foi acertado o cartão amarelo aplicado pelo árbitro, André Castro (GO), ao jogador Adalberto, do CRB, por ter derrubado na área o atacante, Robson, do Paraná, no jogo em que as duas equipes empataram por um gol, nessa terça, 21, no Trapichão, em Maceió. o juiz marcou a penalidade máxima e, conforme a nova orientação, deu apenas o amarelo e não o vermelho ao zagueiro regatiano. O jogador apenas teve que deixar o campo porque já estava de amarelo. Ao receber o segundo, foi expulso pela duplicidade de cartões adquiridos em campo. Nada a contestar.


Árbitro goiano aplicou a novidade, no Rei Pelé (Foto: TNH1)


Mas, atenção! Se o mesmo lance tivesse ocorrido fora da área, Adalberto teria recebido o cartão vermelho direto. A nova interpretação diz que punir com um pênalti e um cartão vermelho jogador que impediu um gol adversário é penalizar duplamente o infrator, já que o pênalti é um lance com imensa possibilidade de resultar em gol, daí a mudança. Já quando a falta é fora da área penal -   a cobrança de uma falta não é uma clara oportunidade de gol - a punição fica por conta do cartão de cor vermelha (castigo mais duro). 

Concordo com a  nova interpretação dada à regra. Cada infração deve ter apenas uma sanção e não duas como ocorria anteriormente. Mesmo assim vale ressaltar que o mais importante é a aplicação  da lei de forma imparcial e implacável, não importando quem é quem. O árbitro há de fazer valer o que diz o frio texto das leis que regem o futebol.

terça-feira, 14 de junho de 2016

TV Ponta Verde: HD ou SD?


Clique na imagem para ver em tamanho ampliado

A TV Ponta Verde, novo  nome da TV Alagoas,  não mudou a informação que disponibiliza para o público, com relação ao sistema de transmissão. Coloca na tela que transmite em High Definition (1080i), quando na verdade a imagem que mostra está em Standard Definition (480i). Fica fácil para o telespectador mais atento descobrir. Basta clicar com o controle-remoto na tecla info que o aparelho irá mostrar o que está sendo exibido pelo canal, como mostra a foto acima (vide setas vermelhas). 

Bola parada


Cronistas ficam sem jogo às quintas

A crise econômico-financeira que se abate sobre a Associação dos Cronistas Desportivos de Alagoas levou a Entidade a encerrar o racha que acontecia às quintas-feiras, no Clube Fênix Alagoano, no centro de Maceió. Ao todo a ACDA pagava R$ 570 por mês para manter a atividade. R$ 400 de aluguel; R$ 100 com água, gelo e copos; além de R$ 70 para o Diretor Social Carlos Melo conduzir no carro particular todos os equipamentos  de casa até o local do jogo. A brincadeira poderá ser retomada "caso o dinheiro volte a aparecer na tesouraria da Associação", disse o 1º tesoureiro Elísio Silva.

sábado, 11 de junho de 2016

Promiscuidade no jornalismo perdeu espaço

Os tempos modernos já não comportam mais algumas práticas antigas, que hoje são abominadas no jornalismo, tais como: trabalhar no rádio e exercer atividade que exige dedicação exclusiva; receber salário de ente governamental sem dar um único dia de serviço; se aposentar apresentando documentação de trabalho em Prefeitura que nunca trabalhou; ir lanchar depois de uma jornada-esportiva às custas de Presidente de time;  ser bancado por "empresário" de jogador para defender a escalação de atleta, escolher o jogador do pagador como melhor em campo e sempre defendê-lo quando faz uma má partida; sortear celular com os eleitores às vesperas de um pleito eleitoral; atacar, durante viagem de trabalho, o colega que dorme na cama ao lado; trocar uma candidatura por um cargo comissionado no Governo; desrespeitar a esposa de colega de trabalho; passar por cima da lei para se eleger; desviar recursos de entidade representativa de classe; levar dinheiro para cobrir despesas de viagem, não gastar tudo e trazer recibos falsos para ficar com a sobra; lavar o carro toda semana, sem pagar, em posto de propriedade de diretor de clube; receber aparelho de ar-condicionado que sobrou quando da implementação de hotel de pessoa ligada a clube de futebol; ser financiado pelo Governo Federal para transformar o blog em palanque para o governante temporariamente empoderado; receber ingresso para sortear e ficar com a metade; colocar a empregada de casa para receber salário através de uma secretaria municipal; mandar abraço para uma determinada torcida-organizada e no outro dia passar para receber pelo "serviço" prestado; fazer fisioterapia em dependência de um clube de futebol; entrar na folha de pagamento de uma entidade de prática desportiva; receber "bicho" quando o time que faz a cobertura diária, vence; aceitar pagamento mensal de gratificação do clube da cidade onde trabalha; receber passagem e hospedagem para curtir férias em locais paradisíacos; mandar abraço para donos de bares, restaurantes e bancas de revista e depois aparecer para comer de graça ou pegar, sem pagar, a publicação que gosta de ler; procurar o comandante do destacamento policial do local onde desempenha as atividades para pedir para abastecer o próprio carro por conta da PM; pedir dinheiro emprestado a empresários próximos; pedir casa de praia de dirigente para passar o final de semana com a família; comprar fiado e não pagar; ir pedir remédio nas farmácias alegando que o filho está necessitado e não tem dinheiro no momento para pagar; pedir dinheiro emprestado a colegas dizendo que o gás acabou e ir tomar cachaça em bares; fazer a chamada "curuca"; liderar campanha para ajudar  alguém necessitado e ficar com parte do dinheiro; manter relação comercial com "cartolas"; receber dinheiro de Presidente de clube depois de jogos para tomar uma gelada; receber prêmios para divulgar determinadas campanhas; apoiar a campanha de determinado político e depois ir pedir emprego para toda a família; participar de rega-bofes bancados por quem é notícia; receber, em comodato, carro para utilizar pelo período de um ano, de forma a vincular a marca ao famoso, na expectativa de aumentar as vendas etc. 


O jornalismo há que ser sério e investigativo


Estas e muitas outras são práticas detestávies, que denigrem a imagem de quem faz a informação e são facilmente detectadas pela audiência, além de manchar a imagem de quem aceita tais mimos. Felizes dos que não se deixam passar pela porta-larga. Não devem ser idolatrados, pois ao se esquivarem dos "privilégios", nada mais fazem que cumprir à risca a ética profissional. Felizmente estes fatos estão cada dia mais raros. O competitivo mercado da comunicação tem penalizado comunicadores que se comportam de forma antiética com o ostracismo. Que assim seja!

terça-feira, 7 de junho de 2016

Rasgando a lei

 
A Carta-Magna permanece despeitada no Brasil


É inacreditável, mas, ao arrepio da Constituição Federal de 1988, ainda tem gente mudando de cargo no Serviço-Público, sem fazer concurso, o que é terminantemente proibido. Defendo uma investigação geral e irrestrita em todos os entes governamentais do país para saber quem é quem. Se alguém for pego, que seja demitido e devolva, com correção, o salário recebido indevidamente durante o tempo em que usurpou a lei, afinal o dinheiro é do povo.

Meritocracia, já!


Taí uma boa notícia oriunda dos bastidores políticos de Brasília. O Presidente Michel Temer mandou paralisar toda e qualquer nomeação para diretoria ou presidência de estatal, bem como fundos de pensão, até a aprovação do projeto de lei que regulamenta o tema. O Presidente da República aguarda votação na Câmara, visto que o projeto  já foi aprovado no Senado.


Todos precisam ter direito de subir a escada da vida por méritos, sem precisar ser capacho de ninguém


Quando a norma entrar em vigor, smente serão indicados ou nomeados para estatais e comando de fundos de pensão "pessoas com alta qualificação técnica". Significa, na prática, a implantação da meritocracia tão esperada por todos os brasileiros. É chegada a hora de acabar com o compadrio na coisa pública e com a república sindical brasileira, onde o mais importante para se chegar a um posto é ter carregado bandeira de partido político nas ruas. Chega  de colocar nas posições de destaque, apenas os "amigos" do poder e os que se dedicam a fácil missão de zelar pela algibeira dos temporariamente empoderados.

segunda-feira, 6 de junho de 2016

A didática da tática

Volto ao tema do 4-1-4-1, ja abordado aqui em agosto do ano passado, no post Futebol é simples, mas tem muita gente complicando, por entender que o assunto é recorrente. É que parece ter aumentado o número de defensores do tal modelo tático. Sem negá-lo, insisto que é a forma de apresentá-lo que destoa. Só é possível apresentar uma disposição tática da linha de uma equipe de futebol (goleiro fica fora) usando-se três sequências de números, visto que elas indicam exatamente a quantidade de atletas distribuídos nos três setores do gramado: defesa, meio-campo e ataque. Ainda não se criou uma nova disposição para o campo de jogo, coisa que entendo só ser possível se o espaço for redesenhado para outra figura geométrica, porque por enquanto permanece o retângulo.


No 4-1-4-1 temos cinco jogadores no meio-campo


A figura acima ilustra bem nossa tese. Ao posicionarmos uma linha de quatro jogadores na defesa, com um volante à frente deles, uma nova linha de quatro e um atacante um pouco mais perto do gol adversário, temos dispostos cinco atletas no setor de meio, o que deve ser descrito como 4-5-1. Não quero "inventar a roda", apenas provocar uma discussão acadêmica a respeito da maneira de explicar a tática de jogo para o torcedor que não tem nenhuma obrigação de entender da matéria. Sem querer ser o dono da verdade e sem menosprezo a quem emprega a linguagem que discordo, apenas convido a todos a pensar um pouco mais antes de repetir frases que são cuspidas pela grande mídia.

Verdade tira Jaelson Marcelino do comando do Asa

Um desabafo do técnico Jaelson Marcelino, após o empate do Asa por zero gol, no jogo com o Salgueiro, nesse domingo, 05, em Arapiraca, foi a gota d'água para que o treinador deixasse o clube. Marcelino reclamou da falta de condições de trabalho e chegou a afirmar que o dono do restaurante onde os atletas realizam as refeições diárias havia avisado, quando da última ceia, que aquela era a  "derradeira alimentação". Também o pessoal do hotel onde residia informou que não havia mais como permanecer no local. Tudo, segundo ele, por falta de pagamento.


Jaelson soltou o verbo e Presidente achou ruim


Logo após as declarações de Jaelson o Presidente Hellycarlos Albuquerque mostrou-se decepcionado com o desabafo e afirmou que o assunto era para "ser conversado internamente", repreendendo publicamente a atitude do treinador. O clima pesou e Jaelson Marcelino foi embora de Arapiraca, ontem mesmo. Agora resta saber se um novo treinador será contratado ou se o auxiliar Moisés Lima será guindado para o posto que era ocupado por Jaelson. Outra pergunta que fica no ar é: "Os jogadores que vieram do Coruripe, trazidos pelo ex-treinador, irão ficar no Asa ou também desertarão?".

Confesso que fiquei assustado com as declarações do Presidente do Asa, quando falou dos valores devidos pela Agremiação e convocou a todos a "chorar e sofrer" com ele. Não é assim. Se alguém tem que chorar e sofrer é a torcida. Os profissionais quando são contratados fazem jus a tratamento digno, afinal o Asa é uma empresa e como tal tem obrigação de oferecer o melhor a quem contrata. Ninguém vai trabalhar em lugar nenhum para "sofrer". As pessoas mudam de emprego sempre para melhorar, para serem felizes. Entendo que a expressão foi usada em um momento de cabeça-quente do dirigente, que exerce uma profissão fora do Asa e seguramente não quer trabalhar em nenhum espaço em que fique exposto a qualquer tipo de sofrimento e/ou lágrimas.

A verdade é que o Asa não tem tempo a perder. Está no início de uma competição importante, já tem jogo no próximo domingo, 12, contra o Ríver, em Arapiraca, e precisa estar com tudo equacionado até lá. Será!

sábado, 4 de junho de 2016

Passaram "canudo" em Mossoró

O tênis  ainda não foi pago

Marquinhos Mossoró, que hoje trabalha no futebol de Santa Catarina e que jogou no CSA em 2006, deu uma declaração, no mínimo curiosa, ao repórter Tiago Omena (Correio/CBN/MCZ),  após o amistoso CSA 1x0 Murici, disputado em Maceió, neste sábado, 04, relembrando o tempo em que jogou Centro Sportivo. Mossoró quando jogava vendia tênis para reforçar o salário. Até aí tudo bem, mas o que chamou atenção na fala de Marquinhos foi admitir que até hoje, mesmo passados 10 anos, ainda existe gente na crônica-esportiva de Maceió que deve a ele valores por conta de ter comprado calçado e não ter pago. Indagado quem seriam os devedores, em tom de blague, sentenciou: "Deixa isso pra lá".