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segunda-feira, 8 de maio de 2017

Amém, Jesus, acabou!

Felizmente o Alagoano Carajás acabou. Palmas para o CRB que conquistou o tricampeonato! Ao torcedor regatiano nossa felicitação e o desejo que comemore bastante! Parou por aí. No mais, o Alagoano de 17 não tem nada para ser celebrado.


CRB posa como tricampeão


Foi um campeonato terrível. Jogadores de baixo nível técnico; jogos que não empolgaram o torcedor; falta de espetáculo; ingressos com valores exorbitantes para a qualidade apresentada em campo; partidas com público zero; número exagerado de clubes para a realidade alagoana - dez -; baixa presença de público, principalmente em Arapiraca; arbitragem desastrosa influenciando diretamente no resultado do jogo (CRB x Asa); semifinais e final sem o apito alagoano; além de times sem campos aprovados pela Federação e que disputaram todos os jogos fora de casa. Dos campeonatos que presenciei, desde 1970, quando comecei a frequentar os estádios, sem dúvida, o deste ano foi o pior deles. Todos ficamos devendo, inclusive a mídia-esportiva quando enaltece jogos de baixo índice técnico e exalta corredores, que correm em campo, mas nada produzem porque não têm futebol para apresentar à plateia. 

O exemplo de 17 precisa fazer com que a Federação Alagoana de Futebol atue com firmeza e reduza o número de participantes da Primeira Divisão de 10 para 08 clubes. Alagoas não comporta uma dezena de entidades de prática desportiva na divisão principal. Precisamos de qualidade e não de quantidade. Se insistirmos na plantação da mesmice, a colheita será sempre desastrosa. Mudança, já!